Sobre nós

Feitos para os caminhos menos percorridos.

A 833 Off Road Tours é um projeto de aventura de mota com base em Lisboa, dedicado aos caminhos de terra de Portugal, às suas paisagens autênticas e à experiência partilhada de um passeio bem preparado.

Uma vida de mota. Uma aventura para partilhar.

Sou o João, fundador da 833 e apaixonado por motas. Há mais de 30 anos que exploro Portugal em todo-o-terreno, descubro trilhos, trato das motas e partilho longos dias de condução com pessoas de todos os níveis de experiência.

A 833 Off-Road Tours reúne toda essa experiência: a condução, a preparação, a resolução de imprevistos e o prazer de mostrar a alguém um lugar que talvez nunca descobrisse por si.

A história por detrás do 833

O nome vem de outra parte importante da minha vida.

Tinha 12 anos quando a minha família comprou um cavalo de quatro anos. O seu número era 833. Ficou connosco até morrer, aos 30 anos, partilhando 26 anos da minha vida e ajudando a formar o meu sentido de responsabilidade e lealdade.

Quando criei o meu negócio de motas, a 833 – Motas e Acessórios, escolhi o seu número como nome. Anos mais tarde, a ideia evoluiu. Organizar passeios todo-o-terreno pareceu-me uma forma natural de juntar a minha experiência e os meus conhecimentos, continuando a construir uma vida ligada às motas.

Hoje, a 833 Off-Road Tours dá continuidade a essa história.

O que significa andar de mota para mim

É no todo-o-terreno que a minha mente encontra tranquilidade. Na mota, a minha atenção está inteiramente no momento: no terreno, na próxima curva e nas decisões que tenho pela frente.

Também me ensinou lições que vão muito além das motas. Preparar bem. Assumir a responsabilidade pelas decisões. Saber encontrar soluções quando os planos mudam e cuidar de quem nos acompanha.

Já andava de mota há vários anos quando participei na minha primeira competição, a Baja Portalegre de 1996, numa Yamaha WR200. Ainda tenho essa mota e fui eu que fiz a maior parte da sua manutenção. Continua a sair para um passeio todo-o-terreno todos os anos — uma ligação ao início desta história.

Ao seu ritmo, com espaço para evoluir

Ao longo dos anos, andei com todo o tipo de pessoas, desde campeões de todo-o-terreno a quem estava a começar. Os campeões não costumam ter de esperar muito por mim, e os principiantes nunca ficam fora da minha vista por muito tempo.

É essa a abordagem que trago para os nossos passeios: adaptar o percurso às pessoas, com espaço para algum desafio e para a satisfação de evoluir.

Se um troço parecer demasiado difícil, paramos, bebemos água e encontramos uma solução. Posso passar a sua mota numa zona mais complicada ou acompanhá-lo ao seu ritmo. Não há pressão para provar nada a ninguém.

O meu dia ideal termina com as pernas cansadas, um enorme sorriso e a sensação de ter aproveitado cada momento.

Percursos que valem a viagem

Depois de mais de três décadas a andar de mota por Portugal, conheço particularmente bem o centro e o sul. Procuro variedade: terrenos diferentes, paisagens que mudam e desafios que mantêm o dia interessante.

Prefiro a terra, mas um troço de asfalto bem escolhido também tem o seu lugar — seja para chegar a um sítio especial, ligar dois bons trilhos ou permitir uma pausa entre zonas mais exigentes.

O César Zumarán, meu parceiro na 833, cresceu em Iquique, no norte do Chile, e começou a andar de mota aos 12 anos. O que começou como um passatempo levou-o ao Desafío del Desierto, ao Atacama Rally e, mais tarde, ao Dakar. Terminou o Dakar por duas vezes: concluiu a sua primeira edição em 2013, ultrapassando contratempos mecânicos pelo caminho, e regressou nove anos depois para enfrentar os desertos da Arábia Saudita. Para o César, andar de mota sempre foi um desafio pessoal — uma forma de descobrir do que somos capazes e de aprender com as dificuldades do percurso.

Na 833, tem um papel importante no reconhecimento e na avaliação dos percursos, trazendo essa experiência para a preparação dos nossos passeios. Em alguns deles, acompanha-nos a fechar o grupo, partilhando conhecimentos práticos e histórias das suas aventuras nos ralis. A sua forma de estar combina naturalmente com a minha: preparar bem, continuar a aprender e desfrutar da satisfação de superar um desafio.

Quem leva as ferramentas

Os meus amigos das motas têm uma pergunta habitual: «Trazes as ferramentas? Então não preciso de levar as minhas.»

Sabem que vou preparado e que, quando surge um problema, ficamos juntos e procuramos uma solução.

É esse mesmo cuidado que dedico à 833. Trato do planeamento, da administração e da preparação das motas. Durante o passeio, posso estar a fechar o grupo de mota ou a conduzir a carrinha de assistência, encontrando-me consigo em pontos-chave do percurso.

O objetivo é simples. No final do dia, as palavras que mais quero ouvir são:

«Grande passeio. Quando é que voltamos?»

Conte-me a sua experiência de mota e o que procura. Vamos planear a sua próxima aventura em Portugal.

01 / PROPÓSITO

Terreno autêntico

Percursos escolhidos pelo seu caráter, pelas paisagens e pelo prazer de conduzir, e não apenas pela distância.

02 / DETALHE

Passeios preparados

Cada mota, partida e itinerário é preparado a pensar na experiência de quem nos acompanha.

03 / CULTURA

Conhecimento local

Descubra Portugal longe dos caminhos habituais: terrenos, lugares e momentos que vale a pena recordar.

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